Especialista Americano Participa de Evento sobre Realidade Aumentada em Pacientes de Difícil Acesso Venoso no Brasil

A Hemocat terá o enorme prazer de receber este mês, outubro de 2014, a visita do Dr. Gregory J. Schears, Codiretor Médico Medical da unidade "Cardiovascular Congenital Heart" da Mayo Clinic dos Estados Unidos, para nos falar de sua experiência no uso da realidade aumentada (RA) em pacientes de difícil acesso venoso (DAV).

Realidade Aumentada (RA):

Designa-se realidade aumentada (RA) a integração de informações virtuais a visualizações do mundo real (como, por exemplo, através de uma câmera ou de um equipamento como o VeinViewer). Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e "ampliados" pela adição de gráficos criados pelo computador.

A realidade aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real. Por exemplo, um usuário da RA pode utilizar óculos translúcidos, e através destes, ele poderá ver o mundo real, bem como imagens geradas por computador projetadas no mundo. No caso da medicina isto é uma revolução pois permitirá ao médico o acesso destas realidades combinadas. O VeinViewer combina uma imagem gerada por uma luza quase infravermelha e a projeta sobre a pele do paciente permitindo ao médico "ver" através da pele e assim visualizar em tempo real as veias dos pacientes. Fácil entender o que isto representa. Menos erros e muito mais eficiência no acesso IV bem como menos custos e dor. Isto é a RA em ação no mundo real.

No Brasil:

Mais de 60 médicos vasculares e dermatologistas em todo o Brasil bem como alguns hospitais TOP e clinicas de oncologia já utilizam no Brasil a RA através de nossa solução VeinViewer (www.veinviewer.com.br). Uma solução de incrível impacto na qualidade do tratamento com um retorno do investimento muito rápido devido a diminuição de custos geradas pela solução. Em breve pacientes não mais aceitaram serem tratados sem a presença da RA no ambiente médico hospitalar.

Nos USA 75% dos melhores hospitais americanos (Best Ranked Hospitals By US News And World Report) utilizam a tecnologia do VeinViewer visando diminuir custos e evitar múltiplas punções e suas complicações com incrível impacto no nível de satisfação de pacientes e familiares.

O Dr. Gregory J. Schears também é professor associado da renomada Anesthesiology
College of Medicine da Mayo Clinic, USA,  e foi convidado para vir ao Brasil pelo consulado americano de São Paulo.

A Palestra do Dr. Gregory J. Schears versará sobre o uso da realidade aumentada em pacientes de difícil acesso venoso (DAV). Sobre estes pacientes veja:

Pacientes que tem um difícil acesso venoso – DAV (em inglês é comumente usada a expressão "difficult venous access – DVA") - são um desafio para a medicina moderna. DAV é uma condição clinica que ainda não foi definida devidamente e nenhum sistema de graduação de gravidade foi desenvolvido para que haja pesquisas comparativas. Na maioria das vezes DAV nem ao menos é reconhecido nas fichas médicas como é feito para alergias ou vias áreas difícil, o que já prepara o atendimento médico otimizado para este paciente. Ainda assim, quando nos encontramos com um paciente com DAV reconhecemos rapidamente a sua condição e uma difícil luta é travada para se obter o acesso venoso.

Surpreendentemente muito pouco tem sido escrito acerca deste assunto, apesar do fato de médicos gastarem muito tempo e energia tentando obter um acesso venoso. Não se consegue encontrar informações confiáveis acerca da extensão do problema. Sabemos que quase 90% dos pacientes internados exigem cateter periférico intravenoso, e 25% destes pacientes requerem aceso venoso central. Além disso, quase um bilhão de punções venosas são realizadas anualmente para obter amostras de sangue nos USA. Com a mudança para terapias ambulatoriais, os tratamentos tendem a serem cada vez mais complexos e muitas vezes pacientes com condições médicas crônicas necessitam de repetidos acessos venosos para acompanhamento e tratamento durante a vida.

O maior desafio em obter um acesso venoso é ter sucesso na primeira tentativa. Houveram diversos estudos realizados ao longo dos anos para tentar melhorar a eficiência em obter o acesso venoso. A maioria destes estudos fornece a média de punções realizadas até se obter o acesso venoso. Em 2005 foi realizado um estudo (nos USA) para entender os déficits no processo de obtenção do acesso venoso. O número médio de tentativas foi de 2.4 sendo que o número de punções nesse estudo variou entre 1 a 14 tentativas (nos piores casos). Em outro estudo a média de tentativas necessárias chegou a 2.9. E no Brasil? Não encontramos estudos referentes a tais dados. Em Pacientes pediátricos os números são ainda piores. Em outro estudo realizado nos EUA em 2005, com pacientes pediátricos, a média documentada de punções foi de 6. O desconforto e sofrimentos destas crianças é o suficiente para demonstrar a necessidade de desenvolver novas habilidades e métodos mais eficientes para acesso IV. A redução de tentativas resultaria na redução da dor e em um incrível aumento no nível de satisfação dos pacientes e familiares.

Esta é a função da RA e do VeinViewer. O futuro já em nossas mãos.

Para mais informações sobre o VeinViewer acesse: www.veinviewer.com.br.

Site Desenvolvido por Sigu Marketing Digital